sexta-feira, 1 de outubro de 2010

ATRÁS DE TODO GRANDE HOMEM EXISTE UMA GRANDE MULHER...







Thomas Wheeler, alto executivo de uma multinacional, viajava com sua mulher por uma estrada interestadual quando notou que o carro estava com pouca gasolina.

Ele parou num posto muito simples, com apenas uma bomba de combustível.
Pediu ao único atendente que enchesse o tanque e verificasse o óleo enquanto ele dava uma volta para esticar as pernas.

Voltando ao carro, percebeu que o frentista e sua mulher estavam num papo animado. A conversa parou enquanto Wheeler pagava pela gasolina.

Mas, ao retornar ao carro, ele viu o rapaz acenar e dizer: 'Foi ótimo falar com você!' Ao sair do posto o marido perguntou à mulher se ela conhecia o atendente.

Imediatamente ela admitiu que sim. Tinham freqüentado a mesma escola e ela o namorara por cerca de um ano.

'Puxa, você teve sorte de eu ter aparecido!' - Wheeler se vangloriou. 'Se tivesse casado com ele, seria agora a esposa de um frentista de posto de gasolina em vez de ser esposa de um alto executivo!!...'

'Meu querido...' - respondeu a mulher -, 'Se eu tivesse me casado com ele, ele seria o alto executivo e você, o frentista do posto de gasolina.'

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

SOU GOSTOSA E ASSUMO

Nem quando tinha 10 anos entrei numa calça jeans 38. Jamais deixei de ter pânico praiano no final da primavera. Mas, depois de muita terapia e chuchu refogado, decidi: sou muito mais gostosa do que essas esqueléticas posando de cabide maquiado em capa de revista de moda. Porque, na verdade, gostosura não é ter 1,77m e 50kg nem 300ml de silicone, lipoescultura ou botox até na pupila. Ser gostosa é decisão. Decida que seus culotes, apesar de não serem a coisa mais linda do mundo, são facilmente extermináveis. Pode fazer um tratamento estético e acabar  com eles.

Decidir dar um tapa na cabeça do meu marido  sempre que ele me chamar de “gorda”, "mocréia" “estado deplorável” ou qualquer coisa  em  que me cause ódio: Sou e permito ser  a única pessoa que pode xingar a mim mesma, é bom que fique claro. 
Burrice é dar valor exagerado ao que é, na essência, detalhe. Tragédia é a fome na África, Terromoto no Haiti e por ai vai, e não a falta de elastina no meu glúteo direito ou barriga grande!

Decidir chutar pra estratosfera padrões de beleza: os peitos da Gisele Bündchen são dela, não meus. A barriga sarada da dançarina de axé é dela, não minha. E, na real, se ser padrão fosse tão bacana, essa mulherada não viveria neurótica, estressada, com bulimia, anorexia, disfunção renal, cerebral, hemorroidal... No fim, todas nós sofremos de prisão de ventre.

Decidir que sou, e o que existe de melhor em mim, não se resume naqueles 2 ou 3 ou 10kg de banha que insistem em não sair do meu quadril. Quem acha o contrário deve ser posto de quarentena na sua vida. E se for você que pensa assim? De duas, uma: Freud ou Jung. Não, três: pode ser Gestalpo, também.

Alegria e auto-estima não vêm de brinde com a lipoaspiração. Lembre-se de que o embrulho do presente acaba indo pro lixo. Então, para facilitar minha existência, decidi que sou GOSTOSA. Compro roupas que valorizam o que tenho de bom (peitões, no caso) e não tento me vestir como um catálogo da Dior: o máximo que conseguiria seria parecer um espantalho fashion louco. Não me abalo mais com comentários testosteronentos e babões diante de corpos fenomenais: não dediquei a minha vida a ter um daqueles, por isso não posso querer ter um daqueles (simples, não?). Aprendi que o prazer que um jantar com vinho e risoto de camarão com gorgonzola me proporciona é infinitamente maior do que poder rebolar ferozmente a buzanfa no show de qualquer pagode por ai.

Hoje, sou gostosa pacas. Mas continuo odiando qualquer mulher que fica linda de morrer num biquíni. Eu decidi ser gostosa, mas não virei a Irmã Dulce. Ainda bem: decidi também que ser boazinha não combina comigo.






(Adaptado por mim do texto Ailin Aleixo - Revista Quem)

terça-feira, 28 de setembro de 2010

RESGATE DA AUTO-ESTIMA


Auto-estima é uma sensação íntima. É muito mais do que um “carro novo” ou um “banho de loja”. Procure a auto-estima DENTRO de você.
Auto-estima implica em auto-conhecimento. Numa avaliação adequada de si mesmo.Conscientize-se de suas qualidades e de seus defeitos, de seus limites. Reveja suas crenças, valores, do que é importante em sua vida. Avalie o que pode e deve ser mudado. Vá atrás de seus objetivos !
Você tem pontos fracos? Não se lamente! FAÇA! a melhor forma de recuperar a auto-estima é fazer algo para superar o que a desagrada. É ter coragem de mudar e assumir a responsabilidade pelas mudanças.


Proponha-se metas realistas e viáveis. Conquiste-as passo a passo.

Faça o melhor que puder mas combata a crítica muito rigorosa acerca de si mesmo, o perfeccionismo. Errar faz parte do desenvolvimento, do aprendizado.Você tem defeitos que o incomodam ? Assuma-os e lute para mudar o que pode e deve ser mudado, mas não deixe de gostar de você por causa disso. Para alcançarmos nossos objetivos temos que aceitar a possibilidade de erro.

Veja o que o erro ou o insucesso pode lhe ensinar. Encare-os COMO OPORTUNIDADE PARA APRENDIZADO e não como prova de fracasso ou incompetência. Erro bem conduzido não é fracasso. Ao contrario , pode ser ponto de partida para o sucesso. Errou? Corrige! Caiu? Levanta!

Marco Antonio De Tommaso - psicólogo e psicoterapeuta

sábado, 25 de setembro de 2010

VOE !




Logo após a 2ª Guerra Mundial, um jovem piloto inglês 
 experimentava o seu frágil avião monomotor numa arrojada aventura ao redor do mundo. 
Pouco depois de levantar vôo de um dos pequenos e improvisados aeródromos da  Índia, ouviu um estranho ruído que vinha de trás do seu assento. 
Percebeu logo que havia um rato a bordo e que poderia,  roendo a cobertura de lona, destruir o seu frágil avião.  
Poderia voltar ao aeroporto para se livrar de seu incômodo, perigoso e inesperado passageiro. 
Lembrou-se, contudo, de que os ratos não resistem a grandes alturas. 
Voando cada vez mais alto, pouco a pouco cessaram os ruídos 
que quase colocaram em perigo a sua viagem.


MORAL DA HISTÓRIA:
Se o ameaçarem destruir por inveja, calúnia ou maledicência, 
VOE ALTO...





Se o criticarem,
VOE MAIS ALTO...




se fizerem injustiças a você,  
VOE  MAIS ALTO !!!


Lembre-se sempre de que os "ratos"
não resistem às grandes alturas




sexta-feira, 24 de setembro de 2010

APESAR DE TUDO...

Apesar de tudo, continuamos amando,
e este "apesar de tudo" cobre o infinito.
Esta frase do filósofo Cioran expressa a extensão
dos nossos obstáculos amorosos.
.
Apesar de termos acreditado na eternidade dos nossos sentimentos
e depois descobrirmos que nada mantém-se estável por muito tempo,
continuamos amando...
*
Apesar de termos sofrido noites inteiras por amores que não se concretizaram ou que foram vagos ou pueris,
continuamos amando...
*
Apesar de termos sido rejeitados, apesar de o nosso amor
não ter sido suficiente para encantar o outro e fazê-lo permanecer ao nosso lado,continuamos amando...
Apesar de todos os livros escritos, todas as sentenças filosóficas,
todas as análises terapêuticas e todos os exemplos de paixões falidas,
continuamos amando...
*
Apesar de não termos mais 15 anos e estarmos numa idade
em que os outros acreditam que o nosso coração envelheceu,
continuamos amando...
*
Apesar de a pessoa que a gente ama sentir por nós um amor de amigo,
um amor fraterno, um amor camarada que nada faz lembrar
o amor ardente que a gente deseja e sonha,
continuamos amando...
*
Apesar de a gente saber que o amor acaba,
que o amor talvez nem seja pelo outro,
mas apenas uma projeção do amor que a gente tem por nós mesmos,
continuamos amando...
*
Apesar da falta de grana, das desilusões com a política,
do cansaço no final do dia, dos projetos que não foram adiante,
do tempo que nos falta e do medo que nos sobra,
continuamos amando...
*
Apesar da chuva que não permite o passeio de mãos dadas,
do espaço compartilhado que não permite privacidade,
da desaprovação dos que nada têm a ver com o assunto,
continuamos amando...
*
Infinitamente,
apesar de tudo e todos e apesar de nós mesmos,
continuamos amando...

Martha Medeiros

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

ME CHAME DO QUE QUISER



Se parece ingênuo que eu acredite nas pessoas, que me chamem de tola.
Se parece impossível que eu queira ir onde ninguém conseguiu chegar, que me chamem de pretensiosa.
Se parece precipitado que eu me apaixone no primeiro momento, que me chamem de inconsequente.
Se parece imprudente que eu me arrisque num desafio, que me chamem de imatura.
Se parece inaceitável que eu mude de opinião, que me chamem de incoerente.
Se parece insano que eu continue sonhando, que me chamem de louca.
Só não me chamem de medrosa ou de injusta. porque eu vou à luta com muita garra e muita vontade de acertar.
E foi lutando que eu perdi o medo de ser ridícula, de ser enganada, de ser mal entendida.
Perdi, na verdade, o medo de ser feliz.
Não me incomoda se as pessoas me veem de forma equivocada.
O importante mesmo é como eu

me vejo...
Sem cobrança, sem culpa, sem arrependimento.
A gente perde muito tempo tentando agradar aos outros. tentando ser o que esperam de nós.
Eu sou o que sou e não peço desculpas por isso.
No meu caminho até aqui, posso não ter agradado a todo mundo, mas tomei muito cuidado para não pisar em ninguém.
Sendo assim, me chame do que quiser, eu não ligo...
Porque eu só atendo mesmo quando chamam pelo meu nome, que eu tenho o maior orgulho de carregar.
Texto: Lena Gino

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

FAÇA AS PAZES COM VOCÊ

Esse artigo é mais endereçado a mim mesma. 

Sei que você quer e precisa emagrecer. Emagrecimento é muito mais que mais uma dieta, exercícios e medicamentos, necessários, mas não suficientes. Emagrecimento apóia-se num tripé: nutrição, atividade física e equilíbrio psicológico. Eu resumiria o aspecto psicológico em duas palavras: auto-estima. Quem quer emagrecer habitualmente rejeita a si mesmo, a seu corpo e precisa redescobrir a auto-estima, tão desgastada pela própria situação..
Preconceito social, discriminação, bombardeio de imagens excessivamente magras divulgadas pela mídia, fazem com que a pessoa que está fora de peso não se sinta “incluída”. Mas, o maior preconceito é aquele voltado contra si mesma. A depreciação e a negação que faz de si mesmo.
Quando pensar em emagrecer pergunte-se como você se avalia? O que pensa e sente a seu respeito? Como se comporta consigo próprio? É uma “boa amiga” de si mesma? Ou na maioria das vezes se critica como pessoa, mas não analisa seu comportamento? Coloca sua vida, sua essência num número da balança ou numa medida de fita métrica? Pergunte-se ainda, se quer ser magra ou emagrecer? Você se ama ou se detesta? Separa o amor de si mesma do problema de peso? Sente-se merecedora de seus objetivos?
O passo mais importante é justamente aquele que falta na maioria das candidatas a emagrecimento: UMA SÓLIDA E SINCERA AMIZADE POR SI MESMA! Aceitar-se incondicionalmente, mas não passivamente. Mudar aquilo que está a seu alcance e conviver com o que não quer ou não pode mudar. Amar-se porque existe e não se tiver manequim 38. Pense no que é bom para você, não para os outros.
Ame-se mesmo estando gorda e não se rejeite! Invista em mudança de comportamento, de estilo de vida e não em auto-agressões. Seja disciplinada, mas não algoz de si mesma! Analise e não critique. Planeje, mas se angustie inutilmente.Use o erro como oportunidade de aprender algo. Viva o presente! O passado já foi e o máximo que você pode é aprender com ele. O futuro ainda não veio. O TEMPO É HOJE!!
Por isso, se você está brigada com você mesma, FAÇA AS PAZES!


Tommaso - psicologo e psicoterapeuta