terça-feira, 23 de julho de 2013

INFINITO


... e um carinho tanto que acompanha o azul do céu,
não se perde, se expande. Infinito.
(Fran Almeida)

sexta-feira, 12 de julho de 2013


Viver é buscar nas pequenas coisas um motivo para ser feliz











  • Mário Quintana

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Queria muito uma capinha dessa no meu celular. A que fala do AMOR. Quem achar pode me "presentear" que vou adorar. rsrsrsrsrsrsr.  
Bjs
KK

FELIZ IDADE 60

Ao completar sessenta anos, lembrei do filme “De repente 30”, em que a adolescente, em seu aniversário, ansiosa por chegar logo à idade adulta, formula um desejo e se vê repentinamente com trinta anos, sem saber o que aconteceu nesse intervalo.

Meu sentimento é semelhante ao dela: perplexidade.
Pergunto a mim mesma: onde foram parar todos esses anos?
Ainda sou aquela menina assustada que entrou pela primeira vez na escola, aquela filha desesperada pela perda precoce da mãe; ainda sou aquela professorinha ingênua que enfrentou sua primeira turma, aquela virgem sonhadora que entrou na igreja, vestida de branco, para um casamento que durou tão pouco!

Ainda sou aquela mãe aflita com a primeira febre do filho que hoje tem mais de trinta anos.
Acho que é por isso que engordei, para caber tanta gente, é preciso espaço!
Passei batido pela tal crise dos trinta, pois estava ocupada demais lutando pela sobrevivência.
Os quarenta foram festejados com um baile, enquanto eu ansiava pela aposentadoria na carreira do 
magistério, que aconteceu quatro anos depois.
Os cinquenta me encontraram construindo uma nova vida, numa nova cidade, num novo posto de trabalho.
Nasci no ano em que a televisão chegou ao Brasil, mas minha família só conseguiu comprar um aparelho usado dez anos depois e, por meio de suas transmissões, vi a chegada do homem à lua, a queda do muro de Berlim e algumas guerras modernas.

Passei por três reformas ortográficas e tive de aprender a nova linguagem do c
Agora, aos sessenta, me pergunto onde está a velhinha que eu esperava ser nesta idade e onde se escondeu a jovem que me olhava do espelho todas as manhãs.
Tive o privilégio de viver uma época de profundas e rápidas transformações em todas as áreas: de Elvis Presley e Sinatra a Michael Jackson, de Beatles e Rolling Stones a Madonna, de Chico e Caetano a Cazuza e Ana Carolina; dos anos de chumbo da ditadura militar às passeatas pelas diretas e impeachment do presidente a um novo país misto de decepções e esperanças; da invenção da pílula e liberação sexual ao bebê de proveta e o pesadelo da AIDS. Testemunhei a conquista dos cinco títulos mundiais do futebol brasileiro (e alguns vexames históricos). Computador e da internet. 
Aprendi tanto que foi por meio desta que conheci, aos cinquenta e dois anos, meu companheiro, com quem tenho, desde então, compartilhado as aventuras do viver.

Não me sinto diferente do que era há alguns anos, continuo tendo sonhos, projetos, faço minhas caminhadas matinais com meu cachorro Kaká, pratico ioga, me alimento e durmo bem (apesar das constantes visitas noturnas ao banheiro), gosto de cinema, música, leio muito, viajo para os lugares que um dia sonhei conhecer.

Por dois anos não exerci qualquer atividade profissional, mas voltei a orientar trabalhos acadêmicos 
e a ministrar algumas disciplinas em turmas de pós-graduação, o que me fez rejuvenescer em contato com os alunos, que têm se beneficiado de minha experiência e com quem tenho aprendido muito mais que ensinado.

Só agora comecei a precisar de óculos para perto (para longe eu uso há muitos anos) e não tinjo os cabelos, pois os brancos são tão poucos que nem se percebe (privilégio que herdei de meu pai, que só começou a ficar grisalho após os setenta anos).

Há marcas do tempo, claro, e não somente rugas e os quilos a mais, mas também cicatrizes, testemunhas de algumas aprendizagens: a do apêndice me traz recordações do aniversário de nove anos passado no hospital; a da cesárea marca minha iniciação como mãe e a mais recente, do câncer de mama (felizmente curado), me lembra diariamente que a vida nos traz surpresas nem sempre agradáveis e que não tenho tempo a perder.

A capacidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo diminuiu, lembro de coisas que aconteceram há mais de cinquenta anos e esqueço as panelas no fogo.
Aliás, a memória (ou sua falta) merece um capítulo à parte: constantemente procuro determinada palavra ou quero lembrar o nome de alguém e começa a brincadeira de esconde-esconde.

Tento fórmulas nemônicas, recito o alfabeto mentalmente e nada! De repente, quando a conversa já mudou de rumo ou o interlocutor já se foi, eis que surge o nome ou palavra, como que zombando de mim...

Mas, do que é que eu estava falando mesmo?
Ah, sim, dos meus sessenta.

 Claro que existem vantagens: pagar meia-entrada (idosos, crianças e estudantes têm essa prerrogativa, talvez porque não são considerados pessoas inteiras), atendimento prioritário em filas exclusivas, sentar sem culpa nos bancos reservados do metrô e a TPM passou a significar “Tranquilidade Pós-Menopausa”.

 Certamente o saldo é positivo, com muitas dúvidas e apenas uma certeza: tenho mais passado que futuro e vivo o presente intensamente, em minha nova condição de mulher muito sex...agenária!

Regina de Castro Pompeu

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

DIA DAS CRIANÇAS

FELIZ DIA DAS CRIANÇAS, GALERA!
Uma homenagem a todos vocês que possuem guardadinho dentro de si,  um pedacinho de SER CRIANÇA.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

PERDIDA

Estou meia perdida

domingo, 23 de setembro de 2012

20 Regras de Vida



Tese de um pensador russo chamado Guerdjef, que no início do século passado, já falava em  auto-conhecimento e na importância de saber viver.
 Dizia ele:  "Uma boa vida tem como base o sentido do que queremos para nós
em cada momento e daquilo que, realmente, vale como principal".
 Assim sendo, ele traçou 20 regras de vida que foram colocadas em destaque no Instituto Francês de Ansiedade e Stress, em Paris.                                                                     
 Dizem os experts em comportamento, que quem já consegue assimilar 10 delas, com certeza aprendeu a viver com  qualidade interna.

 Ei-las:

- Faça pausas de dez minutos a cada duas horas de trabalho, no máximo.
Repita essas pausas na vida diária e pense em você, analisando suas
atitudes.
- Aprenda a dizer não, sem se sentir culpado ou achar que magoou.   Querer agradar a todos é um desgaste enorme.

- Planeje seu dia, sim, mas deixe sempre um bom espaço para o improviso, consciente de que nem tudo depende de você.
- Concentre-se em apenas uma tarefa de cada vez.  Por mais ágeis que sejam
os seus quadros mentais,  você se exaure.
 Esqueça, de uma vez por todas, que você é imprescindível.                                   No trabalho,em casa, no grupo habitual. Por mais que isso lhe desagrade, tudo anda sem a sua atuação, a não ser você mesmo.
- Abra mão de ser o responsável  pelo prazer de todos.                                              Não é você a fonte dos desejos,   o eterno mestre de cerimônias.
- Peça ajuda sempre que necessário, tendo o bom senso de pedir às pessoas certas.
- Diferencie problemas reais de problemas imaginários e elimine-os, porque são pura perda de tempo e ocupam um espaço mental precioso para coisas mais importantes.
- Tente descobrir o prazer de fatos cotidianos como dormir, comer e tomar banho, sem também achar que é o máximo a se conseguir na vida.
- Evite se envolver na ansiedade e tensão alheias.  Espere um pouco e depois retome  o diálogo, a ação.
- Família não é você, está junto de você, compõe o seu mundo,   mas, não é a sua própria identidade.
- Entenda que princípios e convicções fechadas podem ser um grande peso, a trava do movimento  e da busca.
 - É preciso ter sempre alguém em que se possa confiar e falar abertamente ao menos num raio de cem quilômetros.  Não adianta estar mais longe.
- Saiba a hora certa de sair de cena, de retirar-se do palco,   de deixar a roda. Nunca perca o sentido da importância sutil de uma  saída discreta.
- Não queira saber se falaram mal de você e nem se atormente com esse lixo mental; escute o que falaram bem,  com reserva analítica, sem qualquer convencimento.
 - Competir no lazer, no trabalho, na vida a dois, é ótimo...  Para quem quer ficar esgotado e perder o melhor!
- A rigidez é boa na pedra,  não no homem.  A ele cabe firmeza,   o que é muito diferente.
 - Uma hora de intenso prazer substitui com folga 3 horas de    sono perdido.
O prazer recompõe mais que o sono. Logo, não perca uma oportunidade de divertir-se.
 - Não abandone suas três grandes e inabaláveis amigas:   A intuição, a inocência e a  fé!
 - Entenda de uma vez por todas, definitiva e conclusivamente: 

VOCÊ É O QUE SE FIZER
Guerdjef